Só faria um reparo a este texto de José Manuel Fernandes: nem tudo ficou na mesma porque temos como consequência de toda esta embrulhada o congelamento efectivo da progressão na carreira dos docentes em 3 a 5 anos, conforme os casos.
Se a ideia era castigar o demérito, nem que fosse de 5 a 10% dos docentes, porque fomos todos castigados desta forma?
Porque não actuou a IGE sobre quem deveria?
Porque o congelamento foi formalmente de mais de 2 anos, mas com os reajustamentos nos escalões da carreira isso implica que, em média, todos os professores tenham visto a sua progressão perder, em média, cerca de 4 anos.
O mérito foi recompensado e reconhecido?
A quem?
A absolutamente ninguém excepto à meia dúzia de Professores do Ano, nas suas diversas modalidades, que passaram a ter assento garantido em imensos eventos.
Será que só tivemos esses professores de excelência desde Agosto de 2005?
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